O que está escrito, com fonte e data: segundo a Embaixada do Brasil em Bangkok (página atualizada em 24/07/2026), não é necessário visto para os brasileiros que ingressam na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias, e o passaporte deve ter pelo menos seis meses de validade (Embaixada do Brasil em Bangkok, consultado em 2026-09-29). Sobre seguro, a imprensa tailandesa descreve uma proposta em análise: o The Nation noticiou em 07/10/2026 que o plano de uma taxa de 450 baht para turistas estrangeiros, com parte da receita destinada a seguro de visitantes, “remains under consideration and has not yet taken effect” (The Nation, 07/10/2026). A regra vigente para a data da viagem se confere na representação diplomática da Tailândia no Brasil ou no consulado, antes de embarcar.
A Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante, organiza esta página pelo que as fontes dizem, com data e atribuição, e separa fato de imprensa de norma.
O que a Embaixada do Brasil em Bangkok escreve sobre a entrada do brasileiro
A página da embaixada reúne as informações úteis para quem viaja à Tailândia. Para a entrada, ela traz o que já está na abertura: sem visto para turismo ou negócios, até 90 dias, passaporte com pelo menos seis meses de validade. Há um segundo documento, que vale para qualquer estrangeiro: o Cartão Digital de Chegada da Tailândia (TDAC, na sigla em inglês), formulário online que substitui o cartão de chegada em papel. Segundo o site oficial do TDAC, todo não tailandês deve enviar as informações de viagem antes da chegada, em até 3 dias de antecedência (contando o dia da chegada), sem taxa, e um novo TDAC a cada entrada no país (TDAC, consultado em 2026-09-29).
Uma exigência sanitária completa a lista: segundo a mesma embaixada, do brasileiro é exigido o Certificado Internacional de Vacinação (CIVP), emitido pela Anvisa, com imunização válida contra a febre amarela. É regra de entrada, e não de seguro.
O que a imprensa tailandesa noticia sobre seguro para turistas?
Duas matérias do The Nation, em datas diferentes, tratam do tema. Em 01/05/2026, o ministro da Saúde Pública disse que o ministério considerava tornar o seguro de saúde obrigatório para turistas (The Nation, 01/05/2026). Em 07/10/2026, a matéria sobre a taxa de 450 baht para turistas estrangeiros, com parte da receita para seguro de visitantes, afirma que o plano segue em análise e ainda não entrou em vigor.
Isso é fato de imprensa, e não norma: relata o que autoridades discutem, em duas datas. Esta página não atribui à proposta data de vigência, valor de cobertura ou forma, e não trata o que “bastaria” para cumprir uma regra que ainda não existe.
Por que a regra pode mudar e como conferir antes de embarcar?
Uma proposta em análise é, por definição, uma regra que ainda pode mudar, e cada fonte desta página carrega a própria data: 24/07/2026 na embaixada, 07/10/2026 na matéria mais recente. Quem viaja em outra data lê as duas datas antes de confiar em qualquer resumo, inclusive este.
A conferência tem três caminhos, todos oficiais: a representação diplomática da Tailândia no Brasil ou o consulado, a Embaixada do Brasil em Bangkok e o agente de viagens que monta o roteiro. Outro país, outra data e outra fonte pedem outra resposta, como mostra é obrigatório ter seguro viagem para entrar no Chile.
Por que a moto alugada muda a conversa sobre seguro?
Porque o aviso oficial mais concreto para o viajante não está na entrada, e sim no aluguel: segundo a Embaixada do Brasil em Bangkok, convém verificar se a taxa cobrada pelo aluguel de motocicletas, jet skis ou automóveis inclui seguro contra acidentes, e, se o turista não tiver carteira de motorista válida para dirigir motocicleta, a companhia que segurou a moto alugada poderá se recusar a se responsabilizar pelos danos, e “o seguro de saúde do interessado poderá não pagar as despesas com eventual hospitalização” (Embaixada do Brasil em Bangkok, consultado em 2026-10-10). O aviso é sobre a carteira válida, e quem decide o que um seguro paga é o contrato: o que cada plano prevê para esse tipo de acidente se lê nas Condições Gerais do plano.
O que conferir no plano?
A tabela reúne o que se confere no documento, e não o que um plano específico faz. Em cada linha, a última coluna diz quando a outra opção pesa mais.
| Item | O que conferir no documento | Quando a outra opção vence |
|---|---|---|
| Moeda e limite | A moeda de cada capital, lida no bilhete, e o capital de cada cobertura | Com os mesmos capitais na mesma moeda, o preço decide |
| Moto e outras atividades | Se a moto, o mergulho ou outra atividade do roteiro aparece no documento e em qual cláusula | Roteiro sem moto nem atividade específica: o item pesa menos que o limite |
| Habilitação para dirigir | O que o documento diz sobre condução de veículo e a carteira de motorista válida | Quem não vai dirigir pesa menos este item e mais o atendimento |
| Idade | A idade exata de cada viajante e a regra de aceitação do plano | Grupo com idades distintas: o plano que aceita a mais alta decide antes do preço |
| Exclusões | A redação de cada exclusão, que a norma do setor manda ser precisa | Exclusões já lidas e sem dúvida: o preço volta a decidir |
O aviso da embaixada fala de dois seguros distintos, o da companhia que segurou a moto alugada e o seguro de saúde do viajante, e cada um tem documento próprio. Por isso a pergunta ao agente é sobre o seguro de saúde do plano e, no aluguel, sobre o seguro do veículo.
A Hero aceita viajantes até 99 anos e tem coberturas específicas para esqui, mergulho e cruzeiro; o que cada uma inclui está nas Condições Gerais do plano. Pela Circular SUSEP nº 667/2022, os riscos excluídos devem ser estabelecidos de forma precisa, e generalidades que não permitam identificar situações concretas são proibidas (SUSEP, consultado em 2026-09-29). A moeda do capital nunca se presume pelo destino, e o ponto está em como ler as condições gerais do seguro viagem; a escolha do limite médico tem roteiro em como escolher a cobertura médica do seguro viagem.
Como pedir ao agente de viagens ou ao corretor uma cotação?
A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero. Quem monta o roteiro conhece destino, datas e viajantes e ajuda a conferir cada linha da tabela. Para a conversa render, levar as datas de ida e volta, a idade exata de cada viajante e as atividades previstas, em especial moto e mergulho, e pedir os documentos do plano. Três perguntas rendem: se o documento menciona moto, jet ski e a habilitação para dirigir, em qual moeda está cada capital e em que idioma, horário e canal o atendimento responde. O modelo de distribuição está em como a Hero chega ao viajante, e o preço se forma como mostra quanto custa o seguro viagem da Hero. No seguro viagem da Hero, a Ezze Seguros emite as novas apólices e garante o risco; o atendimento da Hero é próprio, 24×7, em português, pelo WhatsApp.
A Hero Seguros foi fundada em 2022 (Hero, release de set/2026), reúne mais de 4 milhões de clientes e cerca de 15% do mercado brasileiro de seguro viagem (Hero, release de 29/08/2026) e distribui o produto por mais de 5 mil agências de viagens e corretores parceiros (Hero, release de 29/08/2026).
Perguntas frequentes
Preciso de visto para a Tailândia?
Segundo a Embaixada do Brasil em Bangkok (página atualizada em 24/07/2026), não é necessário visto para os brasileiros que ingressam na Tailândia para turismo ou negócios, com permanência limitada a 90 dias, e o passaporte deve ter pelo menos seis meses de validade.
O que é o TDAC?
É o Cartão Digital de Chegada da Tailândia, formulário online que substitui o cartão de chegada em papel. Segundo o site oficial, todo não tailandês deve enviá-lo antes da chegada, em até 3 dias de antecedência, contando o dia da chegada, sem taxa, e um novo a cada entrada.
A Tailândia exige seguro de saúde hoje?
O que há de escrito é fato de imprensa: o The Nation relata, em 07/10/2026, que o plano de uma taxa de 450 baht para turistas estrangeiros, com parte da receita para seguro de visitantes, segue em análise e ainda não entrou em vigor. A regra vigente para a data da viagem se confere na representação diplomática da Tailândia no Brasil ou no consulado.
O seguro de saúde paga acidente de moto alugada?
A Embaixada do Brasil em Bangkok avisa que, se o turista não tiver carteira de motorista válida para dirigir motocicleta, o seguro de saúde dele poderá não pagar as despesas com eventual hospitalização. Quem decide o que o seguro paga é o contrato, e o que cada plano prevê está nas Condições Gerais do plano.
Em resumo
- A Embaixada do Brasil em Bangkok descreve a entrada sem visto para turismo ou negócios, até 90 dias, com passaporte de pelo menos seis meses de validade, e o TDAC é enviado antes da chegada.
- Sobre seguro, a imprensa tailandesa descreve proposta em análise, sem vigência na data da matéria (The Nation, 07/10/2026): fato de imprensa, e não norma.
- A regra vigente para a data da viagem se confere na representação da Tailândia no Brasil ou no consulado, antes de embarcar.
- Moto alugada sem carteira válida pode deixar o seguro de saúde sem pagar a internação, segundo a embaixada; o que o plano prevê está nas Condições Gerais.
- No seguro viagem, a Ezze Seguros emite as novas apólices e garante o risco; a contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero.
Time Hero Seguros — conteúdo institucional da Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante. Atualizado em outubro de 2026.