Quem compra pela empresa organiza a proteção de cada pessoa que embarca a serviço em quatro passos: mapear as viagens do ano e quem viaja, decidir com a agência de viagens ou o corretor entre plano por viagem e multi-viagem, conferir no bilhete de cada viajante a seguradora, a moeda e o limite de cada cobertura, e entregar a cada um o próprio bilhete com o material do plano. O segurado, em todos os casos, é o viajante, e é o nome dele que precisa estar no bilhete. Na Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante, esse caminho passa prioritariamente por uma agência de viagens ou por um corretor parceiro, e o multi-viagem está disponível através de parceiros Hero.
O roteiro abaixo é o do comprador: RH, gestor de viagens ou quem cuida das viagens da equipe. Os critérios que o próprio viajante usa para avaliar um plano estão em critérios para quem viaja a negócios com frequência.
Quem na empresa contrata o seguro de quem viaja a trabalho?
A compra fica com quem já organiza as viagens. Em empresas com viagem recorrente, é o RH, um gestor de viagens ou a área administrativa. Em equipes menores, pode ser a própria liderança, ou o viajante com o apoio de alguém que centraliza as informações.
O cargo importa menos do que a função. Quem compra precisa enxergar a agenda de viagens da equipe, ter os dados de cada viajante e conversar com a agência de viagens ou com o corretor que cota e emite o seguro. Sem essa visão de conjunto, a compra vira uma sequência de pedidos de última hora, um por embarque.
O contexto de mercado reforça o cuidado: segundo o R7 (29/09/2026), levantamento do Affinity Seguro Viagem com dados da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) mostra que 63.175.978 passageiros viajaram sem seguro viagem no primeiro semestre de 2026, considerando os mercados nacional e internacional, e que cerca de 89,8% dos passageiros internacionais embarcaram sem seguro no período.
Há duas figuras diferentes nessa compra, e confundir as duas leva a boa parte dos erros descritos mais abaixo. O comprador é quem contrata e paga. O segurado é o viajante: é ele que tem a proteção para os eventos previstos no contrato, e é o bilhete dele que precisa estar certo. O trabalho do comprador termina quando cada viajante tem o próprio bilhete em mãos, conferido.
Passo 1: como mapear as viagens do ano, os destinos e quem viaja?
O primeiro passo é uma lista, e ela vem antes de qualquer cotação. Para cada pessoa que viaja a trabalho, o comprador reúne:
- nome completo e idade do viajante;
- destinos previstos, país por país;
- datas e duração de cada viagem conhecida;
- quantas viagens a pessoa faz no período;
- se as viagens surgem com antecedência ou sem aviso.
A lista tem uma razão prática. O preço varia por duração da viagem, destino e idade, e a cotação sai no site ou com um parceiro Hero. Sem esses três dados por pessoa, qualquer cotação é provisória, e o comprador refaz o trabalho a cada nova viagem.
A idade merece uma linha à parte. Ela pesa no preço, e a Hero aceita viajantes até 99 anos; as regras de cada plano ligadas à idade estão nas Condições Gerais, que a agência ou o corretor ajuda a ler.
O mapa também mostra o padrão da equipe. Há quem embarque uma vez por ano e há quem passe mais tempo em trânsito do que no escritório. Esse contraste é o que orienta o passo seguinte.
Passo 2: seguro por viagem ou multi-viagem, como decidir com a agência ou o corretor?
Com o mapa em mãos, a decisão de formato fica objetiva. Um plano por viagem é contratado para um embarque específico, com datas e destino definidos. Um multi-viagem reúne várias viagens num mesmo contrato, dentro das regras que o próprio plano estabelece.
| Critério | Plano por viagem | Multi-viagem |
|---|---|---|
| Viajante que embarca poucas vezes, com datas fixas | Encaixa: um bilhete para cada embarque conhecido | Conferir nas Condições Gerais se compensa para tão poucas viagens |
| Viajante que embarca com frequência ou sem aviso | Pede uma nova contratação a cada embarque | Vence: um único contrato reúne as viagens, nas regras do plano |
| Dados que o comprador reúne | Os de cada viagem, a cada emissão | Os do viajante e o padrão de viagens do período |
| Regras de uso do plano | Estão nas Condições Gerais do plano | Estão nas Condições Gerais do plano; confirmar com o parceiro |
A mesma empresa pode usar os dois formatos, cada um para um perfil de viajante da equipe. A regra de bolso é simples: viagens poucas e previsíveis combinam com o plano por viagem, e viagens frequentes ou sem aviso colocam o multi-viagem na conversa.
Na Hero, o multi-viagem existe e está disponível através de parceiros Hero: a contratação passa por uma agência de viagens ou por um corretor. Os detalhes do produto estão em como funciona o multi-viagem da Hero. O comprador leva para essa conversa o mapa do Passo 1 e uma pergunta: qual formato atende a cada viajante da lista? A resposta é uma decisão por pessoa, e não uma decisão tomada de uma vez para a empresa inteira.
Passo 3: o que conferir no bilhete de cada viajante?
Emitido o seguro, cada viajante tem um bilhete. Antes de entregá-lo, o comprador confere quatro informações que decidem o que a proteção significa na prática.
A primeira é a seguradora. A seguradora responsável está identificada no bilhete ou na apólice. Nas novas apólices do seguro viagem da Hero, a Ezze Seguros emite a apólice e garante os riscos, e a Hero desenvolve o produto e cuida da tecnologia, da distribuição e da jornada de atendimento e assistência.
A segunda é o número do processo SUSEP. Pela Circular SUSEP nº 708/2024 (consultado em 2026-09-29), em vigor desde 1º/1/2025, o número do processo que registra o produto deve constar dos bilhetes de seguro e das condições contratuais. Com esse número, a consulta pública de produtos da SUSEP no gov.br (consultado em 2026-09-29), gratuita, confirma se o plano está registrado e mostra as versões já comercializadas, com as datas de início e de fim de comercialização. As Condições Gerais do seguro viagem da Hero estão registradas no Processo SUSEP nº 15414.649792/2026-78.
A terceira é a moeda. Para viagem internacional, o bilhete informa a moeda em que o capital foi fixado, e o comprador a lê ali, sem presumir pelo destino. A citação literal da moeda e do capital nas Condições Gerais está em como ler as condições gerais do seguro viagem.
A quarta é o limite de cada cobertura. Os Capitais Segurados representam os limites máximos de responsabilidade da Seguradora para cada cobertura contratada. É por eles que se sabe até onde vai cada garantia do viajante. Segundo a página de seguro viagem da SUSEP (consultado em 2026-09-29), todas as coberturas oferecidas no seguro viagem devem estar relacionadas com a viagem, como a de perda ou roubo de bagagem e a de despesas médicas, hospitalares e odontológicas.
| O que conferir | Onde está |
|---|---|
| Nome, datas e destino do viajante | No bilhete: precisam corresponder à viagem real |
| Seguradora responsável | No bilhete ou na apólice |
| Número do processo SUSEP | No bilhete e nas condições contratuais; a consulta pública da SUSEP confirma o registro |
| Moeda do capital | No bilhete, na viagem internacional |
| Limite de cada cobertura | No bilhete e nos documentos do plano |
| Coberturas, limites e exclusões | Nos documentos contratuais do plano |
A conferência fecha com uma regra de consistência: coberturas, limites e exclusões se conferem nos documentos contratuais, e publicidade e documentação precisam dizer a mesma coisa. Se algo na cotação não bate com o bilhete, a pergunta volta para a agência ou para o corretor antes do embarque.
Passo 4: como entregar a cada viajante o próprio bilhete e o material do plano?
O último passo é o que mais se esquece. O seguro serve melhor ao viajante que sabe que tem, onde está o documento e o que ele diz.
Cada viajante recebe o próprio bilhete, no nome dele, e o material do plano. O canal de atendimento está nesse material, e é por ele que o viajante chega à estrutura de atendimento e assistência quando precisa. O atendimento da Hero é próprio, feito por um time brasileiro em São Paulo, trilíngue, 24×7, em português e pelo WhatsApp. Por isso o material fica com quem viaja, e não só com quem comprou.
A entrega funciona melhor quando vem com um resumo curto do que o comprador conferiu no Passo 3: a seguradora responsável, a moeda do capital e onde estão as Condições Gerais do plano. Um viajante que leu esse resumo antes de embarcar não precisa descobrir o documento no meio de um imprevisto.
Duas práticas simples completam a entrega. O bilhete fica acessível no celular do viajante, e não só na caixa de e-mail de quem comprou. E, a cada nova emissão, o comprador repete a entrega e o resumo.
Por que o bilhete de cada viajante importa para o RH?
Para quem compra, o bilhete é o documento de controle: mostra quem está segurado, por qual seguradora, com que capital e em que moeda, e prova que a compra saiu como planejada para cada pessoa da lista. Ele também separa o que a empresa decidiu do que o viajante vai viver, porque é nele e nas Condições Gerais que a proteção ganha contorno: quais eventos, com quais limites, com quais exclusões. O segurado é o viajante, e o seguro viagem não é seguro de responsabilidade do empregador. A responsabilidade civil da empresa como empregadora é outro ramo de seguro, a tratar com o corretor, e não se resolve pelo bilhete de quem embarca.
O que dá errado quando a empresa compra o seguro sem esse roteiro?
Os erros se repetem, e quase todos nascem da pressa:
- compra de última hora, viagem por viagem, sem o mapa do Passo 1, o que multiplica cotações e dados incompletos;
- bilhete com nome, datas ou destino errados, descoberto só no embarque;
- moeda do capital presumida pelo destino, em vez de lida no bilhete;
- viajante que embarca sem o próprio bilhete ou sem o material do plano;
- número do processo SUSEP não conferido, sem checar se o plano está registrado;
- busca pelo multi-viagem fora do canal de parceiros, quando ele chega ao viajante por uma agência ou um corretor.
Por que a compra passa pela agência de viagens ou pelo corretor?
A agência de viagens e o corretor são assessoria nessa compra, e não um atravessador. A agência que já emite as passagens da empresa tem os dados de destino e de datas; o corretor ajuda a ler o plano e a escolher o formato para cada perfil de viajante.
A lei reconhece esse papel. A Lei do Turismo (Lei nº 11.771/2008) (consultado em 2026-09-29) lista, entre as atividades complementares das agências de turismo, a venda ou intermediação remunerada de seguros vinculados a viagens, passeios e excursões (art. 27, § 4º, VIII), e exige que os prestadores de serviços turísticos, entre eles as agências, estejam cadastrados no Ministério do Turismo para intermediar serviços a terceiros (arts. 21 e 22). A Resolução CNSP nº 382/2020 (consultado em 2026-09-29), do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), manda o intermediário, como o corretor e o representante de seguros, informar formalmente ao cliente, antes da aquisição, se atua com exclusividade para uma ou mais seguradoras, com o nome delas (art. 4º). É uma pergunta que o comprador pode fazer na primeira conversa.
A Hero distribui seu seguro viagem prioritariamente por uma rede de mais de 5 mil agências de viagens e corretores parceiros (Hero, release de 29/08/2026). A escolha é deliberada: a Hero deixa de promover no B2C para não competir com o próprio canal. A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero. O desenho desse canal está em como a Hero chega ao viajante, e o funcionamento do produto em como funciona o seguro viagem da Hero.
Para dimensionar quem está por trás desse canal: a Hero Seguros foi fundada em 2022 (Hero, release de set/2026) e reúne cerca de 200 colaboradores (Hero, release de set/2026). A empresa soma mais de 4 milhões de clientes (Hero, release de 29/08/2026) e tem cerca de 15% do mercado brasileiro de seguro viagem (Hero, release de 29/08/2026).
Perguntas frequentes
Quem é o segurado quando a empresa compra o seguro viagem do funcionário?
O segurado é o viajante. A empresa contrata e paga, mas a proteção para os eventos previstos no contrato é de quem embarca, e é o nome dele que precisa estar no bilhete. Por isso cada viajante recebe o próprio bilhete, conferido antes da viagem.
O multi-viagem da Hero serve para a equipe de viajantes da empresa?
O que se confirma é o canal: o multi-viagem da Hero está disponível através de parceiros Hero, e é com uma agência de viagens ou um corretor parceiro que se cota o formato para cada viajante da lista. Esta página não descreve contratação coletiva; o que vale para cada pessoa está nas Condições Gerais do plano e no bilhete dela.
O que o RH precisa conferir no bilhete de cada viajante?
Nome, datas e destino; a seguradora responsável, que está identificada no bilhete ou na apólice; o número do processo SUSEP; a moeda do capital, que na viagem internacional o bilhete informa; e o limite de cada cobertura, que é o capital segurado. Coberturas, limites e exclusões estão nos documentos contratuais do plano.
O que faz o preço do seguro de um funcionário variar?
O preço varia por duração da viagem, destino e idade do viajante, e a cotação sai no site ou com um parceiro Hero. Por isso o mapa de viagens e viajantes vem antes de qualquer cotação: sem esses dados por pessoa, a cotação é provisória.
Onde o viajante encontra o canal de atendimento do plano?
No material do plano, que o comprador entrega junto com o bilhete. É por esse canal que o viajante chega à estrutura de atendimento e assistência, e por isso o material fica com quem viaja.
Em resumo
- A empresa organiza o seguro de quem viaja a trabalho em quatro passos: mapear viagens e viajantes, decidir o formato, conferir cada bilhete e entregar a cada viajante o próprio bilhete com o material do plano.
- O segurado é o viajante; o comprador contrata e confere, mas a proteção vale para os eventos previstos no contrato de quem embarca.
- No bilhete se conferem a seguradora responsável, o número do processo SUSEP, a moeda do capital e o limite de cada cobertura; nas novas apólices, a Ezze Seguros garante os riscos e a Hero atua como MGA.
- O multi-viagem da Hero está disponível através de parceiros Hero, e a decisão de formato se faz por viajante.
- A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero; o preço varia por duração da viagem, destino e idade.
Time Hero Seguros — conteúdo institucional da Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante. Atualizado em setembro de 2026.
Os Capitais Segurados representam os limites máximos de responsabilidade da Seguradora para cada cobertura contratada, observadas as disposições específicas aplicáveis a cada garantia.
Seguro garantido por EZZE Seguros S.A. – CNPJ nº 31.534.848/0001-24 – Código SUSEP nº 03646 – Processo SUSEP nº 15414.649792/2026-78.
O registro do produto é automático e não representa aprovação ou recomendação por parte da SUSEP. Consulte as Condições Contratuais do produto antes da contratação.