Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, em página atualizada em 29/04/2025, “Considerando que os hospitais públicos no Peru não oferecem atendimento gratuito aos turistas estrangeiros, é fortemente aconselhável a contratação de um seguro de saúde de viagem, de ampla cobertura”, capaz de arcar com os custos de problemas de saúde em geral, internações, procedimentos cirúrgicos, próteses, traslados e eventual repatriação em caso de falecimento (Embaixada do Brasil em Lima, consultado em 2026-10-10). Por isso o melhor seguro viagem para o Peru é o plano cujo documento fecha seis critérios, e não uma marca: o que a lista da embaixada pede, a altitude do roteiro, a forma de pagamento e o âmbito geográfico, a moeda e o limite de cada cobertura, a idade de cada viajante com as atividades previstas, e os números de emergência com o atendimento.
Quem cota na Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante, leva cada um desses critérios a um ponto do Bilhete de Seguro ou das Condições Gerais do plano, que é onde a resposta se confere.
O que a Embaixada do Brasil em Lima diz sobre saúde e seguro?
A página de saúde da embaixada é a fonte brasileira mais específica para o destino. Ela explica que o atendimento nos hospitais públicos não é gratuito para o turista estrangeiro e lista o que o seguro de ampla cobertura deve poder pagar. A mesma página traz uma estimativa da própria embaixada, e não um preço de seguro: dependendo da gravidade, o atendimento pode custar o equivalente a dezenas ou até centenas de milhares de dólares (Embaixada do Brasil em Lima, consultado em 2026-10-10).
O mercado brasileiro registra o uso do produto: segundo o Economic News Brasil (02/09/2026), com dados da Fenaprevi baseados na Susep, as indenizações do seguro-viagem alcançaram R$ 620,9 milhões entre janeiro e novembro de 2025, alta de 10,8% na comparação anual (Economic News Brasil, consultado em 2026-10-01). E, segundo levantamento do Affinity Seguro Viagem com dados da Susep e da Anac, noticiado pelo R7 (29/09/2026), aproximadamente 89,8% dos passageiros internacionais embarcaram sem seguro entre janeiro e junho de 2026 (R7, consultado em 2026-10-01).
A entrada tem fonte própria: o estrangeiro apresenta passaporte ou, se for de país da Comunidade Andina ou do Mercosul, documento de identidade (gob.pe, consultado em 2026-09-29), e a Superintendência Nacional de Migrações (Migraciones) informa ao turista que os cidadãos da Comunidade Andina e do Mercosul podem entrar com a cédula de identidade (Migraciones, consultado em 2026-09-29). O Brasil é Estado Parte do Mercosul, pelo Tratado de Assunção promulgado pelo Decreto 350/1991 (Planalto, consultado em 2026-09-29). Já o texto da embaixada sobre saúde é aconselhamento datado (29/04/2025), e os critérios abaixo o leem como um roteiro de perguntas ao documento do plano.
1. O que um seguro de ampla cobertura deve poder pagar?
Além dos problemas de saúde em geral, a lista da embaixada tem cinco itens: internações, procedimentos cirúrgicos, próteses, traslados e repatriação em caso de falecimento. Segundo a página de seguro viagem da SUSEP, o seguro viagem tem por objetivo garantir aos segurados o pagamento de indenização quando da ocorrência de imprevistos durante a viagem, desde que estejam cobertos no seguro contratado (SUSEP, consultado em 2026-10-10), e por isso cada item da lista da embaixada se confere no documento, cobertura por cobertura.
O ponto de partida é a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas (DMHO), que a Circular SUSEP nº 667/2022 descreve como a indenização das despesas do tratamento, sob orientação médica, ocasionado por acidente pessoal ou enfermidade súbita e aguda ocorrida durante o período de viagem, limitada ao capital segurado contratado (SUSEP, consultado em 2026-09-29). Em viagem internacional, a mesma página da SUSEP diz que o seguro deve estar vinculado ao oferecimento, no mínimo, da cobertura de DMHO em viagem, que não pode cobrir exclusivamente eventos ocasionados por acidentes pessoais.
A Circular acrescenta um item que interessa a quem viaja com doença crônica: na viagem internacional, a DMHO deve cobrir, até o limite do capital segurado, as despesas de estabilização do quadro clínico que permita continuar a viagem ou voltar para casa, em crise de doença preexistente ou crônica que gere emergência ou urgência (consultado em 2026-09-29). Para traslado e repatriação, a pergunta ao documento é a mesma: em qual cláusula aparecem e com qual capital. A repatriação em geral tem página própria em o que o seguro viagem diz sobre repatriação, e a escolha do limite médico tem roteiro em como escolher a cobertura médica do seguro viagem.
2. Altitude em Cusco, Machu Picchu e Puno: o que o documento do plano precisa mostrar?
Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, muitas regiões turísticas do Peru, incluindo Cusco, Machu Picchu, Puno e o Vale do Colca, estão em alta altitude, e em regiões como Puno, Cusco, Vale do Colca (Arequipa) e Huaraz viajantes brasileiros poderão manifestar distúrbios do sono e do apetite, alterações leves no batimento cardíaco, dores de cabeça e tontura. A embaixada sugere consultar o médico antes da viagem e orienta: “Ao primeiro sinal de mal-estar, o turista deve buscar prontamente atendimento médico para que o quadro de saúde não piore” (Embaixada do Brasil em Lima, consultado em 2026-10-10). Na mesma linha de preparação, a embaixada descreve a vacina contra a febre amarela como altamente recomendada a quem viaja para Cajamarca, Cusco, Pasco, Puno, Huánuco e Huancavelica e informa que, na página atualizada em 21/11/2025, as autoridades peruanas não a exigiam (Embaixada do Brasil em Lima, consultado em 2026-10-10).
O que o documento do plano precisa mostrar sobre um roteiro de altitude cabe em três pedidos: onde estão escritas as exclusões da cobertura médica, o que o plano diz sobre cada atividade prevista (trilha, passeio, esporte) e em qual cláusula. A Circular SUSEP nº 667/2022 manda inserir as exclusões específicas de cada cobertura depois da descrição dos riscos cobertos, apresentar com destaque as restrições de direito do segurado e estabelecer os riscos excluídos de forma precisa, sendo proibidas generalidades que não permitam identificar situações concretas (SUSEP, consultado em 2026-09-29). E pela Lei nº 15.040/2024 (art. 59), em vigor desde dezembro de 2025, as cláusulas de exclusão de riscos são de interpretação restritiva, cabendo à seguradora a prova do seu suporte fático (Planalto, consultado em 2026-09-29).
3. Rede referenciada, reembolso e âmbito geográfico: como o plano paga?
A embaixada descreve custos que o seguro deve poder arcar, e o documento diz de que forma ele arca. Pela Circular SUSEP nº 667/2022 (art. 16), as condições contratuais trazem o âmbito geográfico das coberturas do plano, e o Peru precisa constar nele: é o primeiro item de conferência do plano cotado (SUSEP, consultado em 2026-10-10).
Quando a cobertura indeniza por prestação de serviços exclusivamente por meio de rede referenciada, sem previsão de reembolso, a Circular (art. 23) exige a cláusula redigida de forma clara e em destaque, para evidenciar as limitações quanto à escolha do prestador, e as condições contratuais devem especificar o que ocorre se o contato ou o uso da rede for impossível (art. 23, § 1º). Na viagem internacional em que a DMHO indeniza só pela rede referenciada, a norma garante ao segurado, em emergência ou urgência, a possibilidade de reembolso das despesas feitas fora da rede ligadas à estabilização do quadro clínico que permita a transferência para a rede. A própria Circular define os dois quadros: emergência é a situação em que o segurado necessita de atendimento imediato, pois existe risco de morte, e urgência a que necessita de atendimento, não caracterizado como emergência, podendo aguardar o atendimento de casos emergenciais. Quando o pagamento é por reembolso, os beneficiários são os que provarem que arcaram com as despesas cobertas (consultado em 2026-09-29).
4. Moeda e limite de cada cobertura no bilhete
O limite diz até onde cada cobertura vai, e a moeda diz em que unidade ele está. Os Capitais Segurados representam os limites máximos de responsabilidade da Seguradora para cada cobertura contratada, e, para viagem internacional, as Condições Gerais do seguro viagem da Hero preveem que o capital “poderá ser estabelecido em moeda nacional ou estrangeira”, com o Bilhete de Seguro informando qual, como detalha como ler as condições gerais do seguro viagem. A consequência prática é uma regra de comparação: dois planos para o Peru só se comparam capital contra capital, na mesma moeda, cobertura por cobertura.
5. Idade de cada viajante e atividades do roteiro: o que o plano precisa aceitar?
Pela Lei nº 15.040/2024 (art. 44), o potencial segurado é obrigado a fornecer as informações necessárias à aceitação da proposta e à fixação da taxa para cálculo do valor do prêmio, de acordo com o questionário que a seguradora lhe submeta (Planalto, consultado em 2026-09-29). Num grupo de várias gerações, a idade exata de cada pessoa é a que entra na cotação, porque o preço varia por duração da viagem, destino e idade. A Hero aceita viajantes até 99 anos, e a regra de aceitação de cada plano está nas Condições Gerais do plano.
As atividades entram na mesma conversa. A Hero tem coberturas específicas para esqui, mergulho e cruzeiro, e o que cada uma inclui está nas Condições Gerais do plano; para qualquer outra atividade do roteiro, a pergunta ao agente ou ao corretor é se o documento a menciona e em qual cláusula.
6. Números de emergência e atendimento em português: o que o plano mostra?
Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, no Peru o número local de emergência do SAMU (ambulância) é 106 e o do Corpo de Bombeiros é 116 (Embaixada do Brasil em Lima, consultado em 2026-10-10).
Sobre o atendimento do plano, quatro perguntas bastam: se é próprio ou terceirizado, em que idioma, em que horário (considerando o fuso do destino) e por qual canal. Na Hero, o atendimento é próprio, feito por um time brasileiro, sediado em São Paulo, trilíngue, 24×7, em português, pelo WhatsApp, sem app obrigatório, sem call center terceirizado e sem robô, como descreve atendimento próprio em português, sem app. O procedimento de socorro está nas Condições Gerais do plano.
Por que a altitude entra na escolha do seguro?
Porque a altitude é um dos assuntos em que a embaixada pede antecedência. A orientação é consultar o médico antes da viagem, e os sinais que ela descreve (sono, apetite, batimento cardíaco, dor de cabeça, tontura) aparecem em Puno, Cusco, Vale do Colca e Huaraz. O roteiro que passa por Cusco, Machu Picchu ou Puno leva essas regiões e as datas para a cotação, e quem combina mais de uma região confere o plano contra cada trecho: onde estão as exclusões, o que o documento diz sobre as atividades e qual o limite de cada cobertura.
Como comparar dois planos para o Peru?
Os seis critérios, o ponto a conferir em cada um e o caso em que a outra opção pesa mais:
| Critério | O que conferir | Quando a outra opção vence |
|---|---|---|
| 1. Ampla cobertura | A DMHO e a cláusula de cada item da lista da embaixada (internações, cirurgias, próteses, traslados, repatriação), com o capital | O plano que descreve cada item por escrito vence o que o deixa implícito |
| 2. Altitude | A posição das exclusões depois da cobertura e o que o documento diz sobre as atividades do roteiro | Roteiro sem regiões de altitude: o item pesa menos que o limite |
| 3. Forma de pagamento | O Peru no âmbito geográfico; rede referenciada, reembolso e o que ocorre se a rede não puder ser usada | Plano com reembolso previsto vence o que traz só rede referenciada para quem prefere escolher o prestador |
| 4. Moeda e limite | A moeda do bilhete e o capital de cada cobertura na mesma moeda | Com os mesmos capitais na mesma moeda, o preço decide |
| 5. Idade e atividades | A idade exata de cada viajante e a atividade prevista no documento | Grupo com idades distintas: o plano que aceita a mais alta decide antes do preço |
| 6. Emergência e atendimento | O 106 e o 116 anotados; canal, idioma e horário do atendimento | Quem lê espanhol com segurança pesa menos o idioma e mais o limite |
Qual é o papel do agente de viagens e do corretor?
O agente de viagens e o corretor assessoram a escolha, e não são uma etapa a pular. Quem monta o roteiro conhece destino, datas e viajantes e ajuda a conferir cada linha da tabela, inclusive a altitude e as atividades. A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero, e o modelo está em como a Hero chega ao viajante. A cotação sai no site ou com um parceiro Hero, e o raciocínio do preço está em quanto custa o seguro viagem da Hero. No seguro viagem da Hero, a Ezze Seguros emite as novas apólices e garante o risco; a seguradora responsável por cada seguro está identificada no bilhete ou na apólice.
A Hero Seguros foi fundada em 2022 (Hero, release de set/2026), reúne mais de 4 milhões de clientes e cerca de 15% do mercado brasileiro de seguro viagem (Hero, release de 29/08/2026) e distribui o produto por mais de 5 mil agências de viagens e corretores parceiros (Hero, release de 29/08/2026).
Perguntas frequentes
Hospital público no Peru atende turista estrangeiro de graça?
Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, em página atualizada em 29/04/2025, os hospitais públicos no Peru não oferecem atendimento gratuito aos turistas estrangeiros, e por isso a embaixada aconselha fortemente um seguro de saúde de viagem de ampla cobertura.
Que números ligar numa emergência no Peru?
Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, o número local de emergência do SAMU (ambulância) é 106 e o do Corpo de Bombeiros é 116.
Que itens do seguro a embaixada cita como ampla cobertura?
A embaixada descreve um seguro capaz de arcar com os custos de problemas de saúde em geral, internações, procedimentos cirúrgicos, próteses, traslados e eventual repatriação em caso de falecimento. O que cada plano prevê para cada item está nos documentos contratuais.
A altitude afeta quem visita Cusco e Machu Picchu?
Segundo a embaixada, muitas regiões turísticas do Peru, incluindo Cusco, Machu Picchu, Puno e o Vale do Colca, estão em alta altitude, e viajantes brasileiros poderão manifestar distúrbios do sono e do apetite, alterações leves no batimento cardíaco, dores de cabeça e tontura. A embaixada sugere consultar o médico antes da viagem e buscar atendimento ao primeiro sinal de mal-estar.
A vacina de febre amarela é exigida para viajar ao Peru?
Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, em página atualizada em 21/11/2025, as autoridades peruanas não estavam exigindo a vacina até aquela data, e a embaixada a descreve como altamente recomendada a quem viaja para regiões como Cusco e Puno.
O que o contrato precisa dizer quando o plano paga só pela rede referenciada?
Pela Circular SUSEP nº 667/2022, a cláusula deve ser redigida de forma clara e em destaque, para evidenciar as limitações quanto à escolha do prestador, e as condições contratuais devem especificar o que ocorre se o contato ou o uso da rede for impossível.
Em resumo
- Segundo a Embaixada do Brasil em Lima, os hospitais públicos do Peru não oferecem atendimento gratuito aos turistas estrangeiros, e o seguro de saúde de viagem de ampla cobertura é fortemente aconselhável.
- O plano se escolhe por seis critérios lidos no documento: a lista de ampla cobertura da embaixada, a altitude, a forma de pagamento e o âmbito geográfico, moeda e limite, idade e atividades, e os números de emergência com o atendimento.
- No Peru, o número local do SAMU é 106 e o do Corpo de Bombeiros é 116; Cusco, Machu Picchu, Puno e o Vale do Colca estão em alta altitude.
- O atendimento da Hero é próprio, 24×7, em português, pelo WhatsApp; no seguro viagem, a Ezze Seguros emite as novas apólices e garante o risco.
- A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero.
Time Hero Seguros — conteúdo institucional da Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante. Atualizado em outubro de 2026.