Atendimento próprio significa que quem fala com o viajante é uma equipe da própria casa, e não um call center contratado de terceiros. No caso da Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante, esse atendimento é operado por um time brasileiro sediado em São Paulo, trilíngue, disponível 24×7, em português e por WhatsApp — sem app obrigatório para começar a conversa. Isso descreve como se fala com a operação; o que o contrato garante é assunto das Condições Gerais registradas no regulador, e as duas coisas não se confundem.

O que é “atendimento próprio” num seguro viagem?

No seguro viagem, a palavra “atendimento” cobre duas coisas muito diferentes, e é útil separá-las antes de qualquer promessa.

A primeira é o atendimento comercial: cotar, tirar dúvida antes da compra, emitir, corrigir um dado no bilhete. A segunda é a assistência ao viajante: o canal que o segurado procura quando alguma coisa acontece longe de casa.

“Próprio” é uma afirmação sobre quem responde. Numa operação terceirizada, a marca que vendeu contrata uma central externa, que atende em nome dela — às vezes para várias marcas ao mesmo tempo, com script comum e sem acesso ao desenho do produto. Numa operação própria, o time é da casa: conhece os planos porque convive com quem os desenhou, e responde pela conversa inteira em vez de encaminhar.

A distinção não é de marketing. Ela muda o que acontece quando a pergunta sai do roteiro — e, numa viagem, a pergunta quase sempre sai do roteiro.

Como funciona o atendimento da Hero?

O desenho declarado pela Hero é este, e cada elemento tem consequência prática:

  • Time próprio, brasileiro, sediado em São Paulo. Não é central contratada, e a marca é explícita quanto a isso: “Nada de callcenter terceirizado e robô que não responde”.
  • Trilíngue. O time atende em mais de um idioma, o que importa numa operação com presença em países da América Latina, com expansão em curso.
  • 24×7. Viagem não tem horário comercial, e fuso horário não é problema do viajante.
  • Em português, por WhatsApp. O canal é o mesmo que o brasileiro já usa todos os dias, no aparelho que ele já tem.
  • Sem app obrigatório. Não é preciso baixar, cadastrar e lembrar a senha de um aplicativo específico para falar com alguém.
O que a Hero faz no atendimentoO que isso significa para o viajante
Opera a assistência com time próprio, e não com central terceirizadaQuem responde conhece o produto e conduz o caso, em vez de repassar para outra fila
Atende em português, por WhatsApp, 24×7Você explica o que houve no seu idioma, pelo canal que já usa, em qualquer horário
Não exige app para iniciar o contatoUm celular com WhatsApp resolve o primeiro contato, sem download nem cadastro no meio de um imprevisto
Mantém time trilíngueO atendimento acompanha quem viaja para fora do Brasil e para os países vizinhos
Registra as Condições Gerais do seguro viagem na SUSEP (Processo nº 15414.649792/2026-78)O que está garantido está escrito num documento registrado, e não depende da conversa

Vale lembrar de onde vem essa escolha. A Hero foi fundada em 2022 por Guilherme Wroclawski e Raphael Swierczynski e hoje reúne cerca de 200 colaboradores (Hero, release de set/2026). Atendimento é uma das quatro dores de mercado que a casa se propôs a resolver desde o início — e um time interno desse tamanho é o que torna a promessa operável, em vez de slogan.

Por que não é preciso baixar um app?

Porque o app, num seguro viagem, resolve um problema da empresa e cria um do cliente.

Do lado de quem vende, o aplicativo concentra jornada e reduz custo de atendimento. Do lado de quem viaja, ele adiciona três pontos de falha exatamente onde ninguém quer ter falha: memória (qual era mesmo o app?), acesso (a senha, o e-mail antigo, o segundo fator que chega num número que não funciona no exterior) e conectividade (baixar um aplicativo com o plano de dados do aeroporto, ou sem plano nenhum).

Trocar isso por WhatsApp elimina os três de uma vez. O aplicativo já está instalado, a conta já está logada e a conversa fica salva no aparelho, com histórico — o que também dá ao viajante o registro do que foi dito, sem depender de protocolo anotado num guardanapo.

Nada disso impede que existam canais adicionais. A afirmação relevante é mais modesta e mais útil: não há app obrigatório como porta de entrada. Quem prefere outro caminho tem outro caminho; quem só quer falar com alguém, fala.

Por que isso importa na hora do perrengue?

Porque o momento em que o atendimento é usado é o pior momento possível para descobrir como ele funciona.

Um imprevisto no exterior costuma juntar quatro coisas ao mesmo tempo: fuso trocado, idioma estrangeiro, dinheiro curto e nenhuma familiaridade com o sistema local. Nesse contexto, cada atrito adicional é caro. Ter de instalar um aplicativo, criar uma conta e esperar um código de verificação não é um detalhe de usabilidade — é tempo, e às vezes é tempo que não existe.

Há também um ganho menos óbvio: falar em português com quem opera a assistência reduz o risco de mal-entendido sobre o próprio contrato. Descrever um sintoma, um extravio ou um cancelamento na língua materna, para alguém que conhece o plano que você comprou, é diferente de fazê-lo por tradução aproximada. Boa parte dos conflitos em seguro nasce de descrição imprecisa do que aconteceu, e não de má-fé de ninguém.

E há o efeito sobre a expectativa. Quem sabe de antemão que o canal é o WhatsApp, em português, 24×7, não perde tempo procurando o canal certo. Saber o caminho antes de precisar dele é, sozinho, metade do valor de um atendimento.

Atendimento é a mesma coisa que cobertura?

Não, e essa é a confusão mais cara do tema.

Atendimento é operação: quem responde, em que idioma, por qual canal, em qual horário. Cobertura é contrato: o que está garantido, com quais limites, com quais exclusões e por quem. As duas coisas são operadas por partes diferentes da cadeia.

A Hero atua como MGA — desenha o produto e opera a assistência. Quem emite o bilhete, assume o risco e responde pelo pagamento previsto na apólice é a seguradora garantidora: no seguro viagem da Hero, a Ezze Seguros. A separação dos papéis está detalhada em o que é uma MGA e quem paga o sinistro.

Na regulação brasileira essa separação tem nome próprio. A Resolução CNSP nº 431/2021 “disciplina as operações das sociedades seguradoras por meio de seus representantes de seguros” (Conselho Nacional de Seguros Privados, 12/11/2021, em vigor desde 1º/12/2021; texto da resolução na base normativa da SUSEP, consultado em 2026-09-01), e a ementa é explícita ao dizer que a operação continua sendo da sociedade seguradora. Quem atende, portanto, não é quem garante — e isso não é um detalhe de organograma: é o que define a quem a obrigação de pagar pertence.

Isso tem uma consequência direta na leitura de qualquer material de venda: um atendimento excelente não amplia o que a apólice garante, e um atendimento ruim não reduz o que ela garante. O que vale é o rol de coberturas registrado na SUSEP. O seguro viagem opera hoje sob o marco da Resolução CNSP nº 439/2022, que estabelece as características gerais de operação das coberturas de risco dos seguros de pessoas, em vigor desde 1º/08/2022 (texto da resolução na base normativa da SUSEP, consultado em 2026-09-01), detalhado pela Circular SUSEP nº 667/2022, que “dispõe sobre as regras complementares de funcionamento e os critérios para operação das coberturas de risco de seguros de pessoas” (Superintendência de Seguros Privados, 04/07/2022; texto da circular na base normativa da SUSEP, consultado em 2026-09-01) e traz o capítulo dedicado ao seguro viagem. Sobre o contrato de seguro dispõe lei federal: a Lei nº 15.040/2024 entrou em vigor em dezembro de 2025.

A mesma lógica separa cobertura de cortesia comercial. O Pronto Atendimento Virtual — a telemedicina do Einstein — é um benefício comercial incluído nos planos, inclusive o nacional, disponível 24×7 para sintomas de baixa complexidade, por celular ou computador, e não substitui o pronto-socorro. É útil, e é uma coisa diferente do que a apólice garante. A distinção completa está em cobertura x benefício.

O que o atendimento não decide sozinho?

Um bom atendimento conduz, orienta e acompanha. O que ele não faz é reescrever o contrato.

Os limites, os prazos, as exclusões e a forma de cada garantia estão nas Condições Gerais do produto — no seguro viagem da Hero, registradas na SUSEP sob o Processo nº 15414.649792/2026-78 (agosto de 2026). Esse documento é público, chega junto do bilhete e é o que vale se houver divergência entre o que se lembra de ter ouvido e o que está garantido. Se você quiser conferir por fora, a Superintendência de Seguros Privados mantém o serviço gratuito Consultar Produtos SUSEP (Gov.br, consultado em 2026-09-01): digita-se o número do processo e lê-se a versão do produto vigente na data da contratação.

Por isso a recomendação mais útil desta página é chata e funciona: leia as Condições Gerais antes de embarcar, não durante o problema. Não é preciso decorar; basta saber onde está o arquivo e ter passado os olhos nos limites do plano que você comprou. Quinze minutos antes da viagem valem por horas depois.

Em volume de operação, a Hero contabiliza mais de 4 milhões de clientes e mais de R$ 80 milhões em indenizações de sinistros (Hero, release de 29/08/2026) — dinheiro que chegou ao segurado dentro desse arranjo, com a seguradora na ponta da garantia e a operação conduzindo o caso.

Onde entram o agente de viagens e o corretor?

Entram antes, e continuam depois — e essa é uma das razões práticas para não fechar seguro sozinho num formulário.

A Hero é uma empresa B2B2C: vende prioritariamente através de parceiros, apoiada numa rede de mais de 5 mil parceiros associados — agências de viagem, corretores e operadoras (Hero, release de 29/08/2026). Na prática, isso quer dizer que o viajante costuma ter duas portas em vez de uma: a assistência da operação e o profissional que vendeu.

O agente de viagens conhece o roteiro, sabe o que o destino exige e escolhe o plano junto do cliente. O corretor de seguros é o profissional habilitado que compara alternativas, explica limites e acompanha o segurado no uso. Nenhum dos dois emite a apólice por conta própria nem paga o sinistro — mas os dois traduzem um documento longo numa decisão informada, e continuam sendo referência se algo acontecer no meio da viagem.

Quem tem uma agência ou um corretor de confiança tende a resolver mais rápido, porque começa a conversa com alguém que já conhece o caso. O modelo por dentro está em B2B2C: como a Hero chega ao viajante e o retrato da rede, em a rede de parceiros da Hero.

Como avaliar o atendimento de um seguro viagem antes de comprar?

Critérios verificáveis, na ordem em que costumam importar:

  1. Quem atende — a própria empresa ou uma central contratada? Pergunte diretamente. A resposta muda o que esperar quando a pergunta sai do roteiro.
  2. Em que idioma. Atendimento em português importa mais do que parece na hora de descrever um problema de saúde.
  3. Por qual canal, e se algum download é obrigatório. Verifique se dá para falar sem instalar nada.
  4. Em que horário. “24 horas” deve valer para o canal que você vai usar, não só para um número de telefone internacional.
  5. O que está escrito no contrato. Peça as Condições Gerais antes de comprar e confira o número do processo do produto no regulador.
  6. Quem acompanha depois da compra. Uma agência ou um corretor que conhece o seu caso é um segundo canal, e ele é gratuito para você.
  7. O histórico público de atendimento, com a data ao lado. Selos e notas oscilam; confira na fonte no dia da compra.

Sobre esse último ponto: a Hero tem reputação ótima no Reclame Aqui (conferido em 2026-09-08) e, separadamente, foi indicada ao Prêmio Reclame Aqui por 2 anos consecutivos (conferido em 2026-08-17). Indicadores de terceiro são móveis por natureza — a leitura honesta é olhar a data e conferir a página do próprio Reclame Aqui na hora de decidir.

Onde contratar — e o que faz o preço variar?

A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro da Hero, e também pelo site da Hero. A primeira via é a mais comum, e o motivo é o desta página inteira: quem assessora responde às perguntas certas antes da compra e continua acessível depois dela.

Sobre preço, não existe número único. O valor varia por duração da viagem, destino, idade do viajante e escopo de cobertura escolhido. Por isso a cotação sai no site ou com um parceiro Hero, em vez de sair de uma tabela publicada.

Perguntas frequentes

O atendimento da Hero é próprio ou terceirizado?

É próprio. A assistência é operada por um time brasileiro sediado em São Paulo, trilíngue, disponível 24×7, em português e por WhatsApp — sem call center terceirizado. A própria marca resume a escolha assim: “Nada de callcenter terceirizado e robô que não responde”.

Preciso baixar um aplicativo para falar com a Hero?

Não há app obrigatório como porta de entrada: o contato acontece por WhatsApp, em português. A escolha remove três pontos de falha comuns no exterior — lembrar qual é o aplicativo, recuperar a senha e baixar um programa novo com conexão instável — justamente no momento em que eles mais atrapalham.

O atendimento da Hero fala português no exterior?

Sim. O atendimento é em português, e o time é trilíngue, o que acompanha uma operação com presença em países da América Latina, com expansão em curso. Falar na língua materna reduz o risco de mal-entendido na descrição do que aconteceu, que é uma origem frequente de conflito em seguro.

Atendimento 24 horas quer dizer que tudo está coberto?

Não. Atendimento é operação — quem responde, em que idioma, por qual canal e em que horário. Cobertura é contrato: o que está garantido, com quais limites e exclusões, e por qual seguradora. As duas coisas são diferentes, e o que vale é o rol de coberturas registrado na SUSEP. No seguro viagem da Hero, as Condições Gerais estão registradas sob o Processo nº 15414.649792/2026-78.

Quem resolve o meu caso: a Hero ou o meu agente de viagens?

Os dois, em papéis diferentes. A Hero opera a assistência e conduz o atendimento; o agente de viagens ou o corretor parceiro que vendeu o seguro conhece o seu caso, ajudou a escolher o plano e continua sendo referência durante a viagem. Ter as duas portas abertas costuma acelerar a solução.

Em resumo

  • Atendimento próprio quer dizer que quem responde é a equipe da casa, não uma central contratada. Na Hero, é um time brasileiro sediado em São Paulo, trilíngue, 24×7, em português e por WhatsApp.
  • Não há app obrigatório como porta de entrada. A escolha elimina memória, senha e download do caminho, exatamente onde eles mais atrapalham.
  • Atendimento não é cobertura. A Hero opera como MGA e conduz a assistência; a seguradora garante a apólice e responde pelo pagamento. O que está garantido é o rol registrado na SUSEP — no seguro viagem da Hero, o Processo nº 15414.649792/2026-78.
  • Leia as Condições Gerais antes de embarcar. É o documento que vale, e ele chega junto do bilhete.
  • O agente de viagens e o corretor são um segundo canal, gratuito para o viajante: a Hero é B2B2C, com uma rede de mais de 5 mil parceiros associados (Hero, release de 29/08/2026). A contratação se faz com um parceiro ou no site, e o preço varia por duração, destino, idade e escopo de cobertura.

Time Hero Seguros — conteúdo institucional da Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante. Atualizado em setembro de 2026.