Depois dos 70 anos, a escolha se decide por critérios, e eles têm uma ordem: primeiro, se o plano aceita a idade de quem viaja; depois, qual é o capital de cada cobertura, lido como limite máximo e na moeda que o bilhete informa; por fim, se existe uma estrutura de atendimento em português a qualquer hora. Não há seguradora vencedora em abstrato, e sim o plano que responde bem a esses pontos para aquele viajante e aquele roteiro. A Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante, aceita viajantes até 99 anos, e o atendimento dela é próprio, feito por um time brasileiro, em São Paulo, trilíngue, 24×7, em português, por WhatsApp.

Esta página organiza sete critérios em ordem de peso, cada um com o fato oficial que o sustenta. Ela não compara marcas e não trata do uso do seguro durante a viagem: explica o que olhar antes de contratar.

O que pesa mais na escolha de um seguro viagem depois dos 70 anos?

A ordem entre os critérios importa tanto quanto a lista. Um plano que não aceita a idade de quem viaja está fora da conversa, por mais atraente que pareça o resto; o que aceita a idade se compara pelo capital de cada cobertura, que só se lê direito com a moeda ao lado; o atendimento vem em seguida, porque é por ele que a proteção se torna acessível quando o viajante precisa. O que se compra, em qualquer idade, é a mesma coisa: proteção para os eventos previstos no contrato, com uma estrutura de atendimento e assistência que contribui para o suporte no pós-venda.

O preço entra depois dos critérios, e não antes: ele varia por duração da viagem, destino, idade do viajante e escopo de cobertura, e a cotação sai no site ou com um parceiro Hero. O roteiro também entra na escolha: a Hero oferece planos customizados, com coberturas específicas para esqui, mergulho e cruzeiro, e quem vai praticar uma dessas atividades informa isso na cotação. O que cada cobertura específica inclui está nas Condições Gerais do plano.

1. A idade de aceitação do plano: onde ela aparece?

A idade de aceitação é a regra que diz até que idade um plano recebe o viajante. Ela aparece nos documentos do plano, e o lugar certo para conferi-la são as Condições Gerais, lidas com a ajuda de quem faz a cotação. A Hero aceita viajantes até 99 anos; aceitar, porém, é uma regra de entrada, e não uma promessa sobre o que o plano garante: o que cada plano cobre, com quais limites e em quais condições, está escrito nas Condições Gerais daquele plano. A segunda parte da pergunta, o que o plano prevê para aquele viajante, cobertura por cobertura, tem um roteiro em como ler as condições gerais do seguro viagem.

Na cotação, a idade entra pessoa por pessoa, e a idade exata é a que vale. Pela Lei nº 15.040/2024 (art. 44), o potencial segurado é obrigado a fornecer as informações necessárias à aceitação da proposta e à fixação da taxa para cálculo do valor do prêmio, “de acordo com o questionário que lhe submeta a seguradora” (Planalto, consultado em 2026-09-29). Num grupo com várias gerações, a regra de aceitação se confere para cada pessoa, e uma cotação feita com idades aproximadas é provisória.

2. Por que ler o capital de cada cobertura como limite máximo importa?

Porque o capital é o número que diz até onde cada garantia vai. Os Capitais Segurados representam os limites máximos de responsabilidade da Seguradora para cada cobertura contratada, e, pela Circular SUSEP nº 667/2022, a cobertura de despesas médicas, hospitalares e odontológicas em viagem indeniza as despesas do tratamento “limitada ao valor do capital segurado contratado” (SUSEP, consultado em 2026-09-29). Dois planos com o mesmo nome comercial podem ter capitais diferentes em cada cobertura, e um preço menor pode vir com limites menores: a comparação que protege quem viaja põe lado a lado, cobertura por cobertura, o capital de cada plano, na mesma moeda. Esta página não recomenda valor de capital: ele depende do roteiro e do destino.

3. Em que moeda está o capital, e por que conferir no bilhete?

O capital de cada cobertura tem uma moeda, e ela decide como o número deve ser lido. Para viagem internacional, as Condições Gerais do seguro viagem da Hero preveem que o capital segurado “poderá ser estabelecido em moeda nacional ou estrangeira”. E indicam onde está a resposta: “o Bilhete de Seguro informará” em qual moeda o capital foi fixado. A consequência prática é uma regra: a moeda nunca se presume, nem pelo destino, nem pela moeda do país visitado, nem pelo que outro plano mostrou. Quem compara capitais sem ler a moeda pode estar comparando grandezas que não se equivalem.

Um método simples ajuda. O viajante lista as coberturas que o roteiro pede e, para cada uma, anota o capital de cada plano e a moeda em que ele está; cobertura que aparece num plano e não no outro fica visível na hora, e a diferença de preço passa a ter explicação. Se a cotação não mostrar a moeda com clareza, a pergunta volta para a agência de viagens ou para o corretor antes da contratação.

4. O que o destino oferece ao visitante na saúde?

O limite da cobertura médica pesa mais quando o destino não dá ao visitante acesso público de saúde. Segundo a Embaixada do Brasil em Ottawa, “Turistas normalmente não têm cobertura pública provincial e podem ter que pagar valores elevados por consultas, ambulância, exames, hospitalização e medicamentos” (Embaixada do Brasil em Ottawa, consultado em 2026-09-29), e, em Ontário, o visitante de fora do Canadá não tem direito ao OHIP, o plano público de saúde da província (Ontario, consultado em 2026-09-29). Na Argentina, pelo art. 8 da Lei de Migrações 25.871, na redação do Decreto 366/2025 (vigente desde 29/05/2025), a emergência não pode ser negada a nenhum estrangeiro, mas, fora desse caso e da residência permanente, nos estabelecimentos administrados pelo Estado Nacional o atendimento habitual só é dado mediante seguro de saúde ou pagamento prévio (Infoleg, consultado em 2026-09-29). E a Embaixada do Brasil em Abu Dhabi recomenda fortemente seguro de saúde de viagem, embora não seja requisito de entrada, porque os Emirados Árabes Unidos não têm sistema de saúde universal e gratuito (Embaixada do Brasil em Abu Dhabi, consultado em 2026-09-29). São exemplos do que o destino diz sobre o visitante; o que o plano da Hero prevê para a cobertura médica está nas Condições Gerais.

5. Atendimento em português a qualquer hora: o que perguntar antes de contratar?

O atendimento é o que torna a proteção acessível quando o viajante precisa, e ele se avalia antes da compra. Cinco perguntas bastam: se o atendimento é próprio ou terceirizado, em que idioma, em que horário (considerando o fuso do destino), por qual canal e se exige instalar aplicativo. Na Hero, as respostas estão no desenho do serviço: o atendimento é próprio, feito por um time brasileiro, em São Paulo, trilíngue, 24×7, em português, por WhatsApp, sem app obrigatório, call center terceirizado nem robô no lugar da pessoa. O detalhamento está em atendimento próprio em português, sem app.

Para quem viaja depois dos 70 anos, o idioma e o canal têm peso concreto: explicar um sintoma ou um imprevisto na própria língua, num aplicativo de mensagens que já está no celular, reduz a chance de erro de comunicação num momento de pressão. Há ainda um benefício incluído no plano que se relaciona com o atendimento: o Pronto Atendimento Virtual, telemedicina do Einstein, em todos os planos, inclusive nacional, 24×7, para sintomas de baixa complexidade, por celular ou computador. Ele não substitui pronto-socorro, e fica fora do rol de coberturas.

6. Exclusões e informações: o que o contrato diz e o que o viajante informa?

Pela Circular SUSEP nº 667/2022, “Os riscos excluídos devem ser estabelecidos de forma precisa, sendo proibidas generalidades que não permitam a identificação de situações concretas”, e as exclusões específicas de cada cobertura vêm depois da descrição dos riscos cobertos. Na viagem internacional, a mesma norma obriga a cobertura de despesas médicas a pagar, até o capital contratado, as despesas de estabilização em crise de doença preexistente ou crônica que gere emergência ou urgência (SUSEP, consultado em 2026-09-29). É o piso do setor; o que cada plano prevê está nos documentos contratuais, e a Lei nº 15.040/2024, em vigor desde dezembro de 2025, reforça a leitura: cláusulas de exclusão de riscos são de interpretação restritiva, cabendo à seguradora a prova do seu suporte fático (art. 59). Coberturas, limites e exclusões se conferem nos documentos contratuais, com publicidade e documentação dizendo a mesma coisa.

7. Onde entram a agência de viagens e o corretor?

A agência de viagens e o corretor são assessoria nessa escolha, e não uma etapa a pular. Quem monta o roteiro já conhece o destino, as datas e os viajantes, e é quem ajuda a conferir a idade de aceitação, a ler o capital de cada cobertura e a encontrar a moeda no bilhete. Para a conversa render, vale levar destino, datas de ida e volta, idade exata de cada viajante e as atividades previstas. Pela Resolução CNSP nº 431/2021, quando o representante de seguros oferece seguro, por qualquer meio, é obrigatório divulgar que ele é prestador de serviços da seguradora, que deve ser identificada, com os canais de atendimento aos consumidores (SUSEP, consultado em 2026-09-29).

A Hero vende prioritariamente através de parceiros e deixa de promover no B2C para não competir com o próprio canal. A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero; o produto, do contrato ao atendimento, está em como funciona o seguro viagem da Hero. No seguro viagem da Hero, a Ezze Seguros emite as novas apólices e garante os riscos, e a Hero desenvolve o produto e cuida da tecnologia, da distribuição e da jornada de atendimento e assistência; a seguradora responsável por cada seguro está identificada no bilhete ou na apólice. Para quem já passou dos 75 anos, a cotação, os documentos e o uso estão em como funciona o seguro viagem para idosos acima de 75 anos.

Como avaliar um plano de seguro viagem depois dos 70 anos?

A tabela reúne os critérios na ordem de peso. Ela não compara marcas: descreve o que perguntar, onde conferir e quando a outra opção pesa mais.

CritérioO que perguntar e onde conferirQuando a outra opção pesa mais
1. Idade de aceitaçãoO plano aceita a idade do viajante? Condições GeraisSe dois planos aceitam a idade, decidem capital e moeda
2. Capital de cada coberturaQual o limite máximo de cada cobertura contratada?Um capital maior não compensa exclusão que não cabe no roteiro
3. Moeda do capitalEm que moeda o bilhete informa cada capital?Roteiro de um destino só: a moeda pesa menos que o atendimento
4. Saúde no destinoO destino dá acesso público ao visitante? Fontes oficiais do paísDestino com atendimento aberto ao visitante: o limite pesa menos
5. AtendimentoPróprio, em português, a qualquer hora, por canal simples?Sintoma que se agrava: o atendimento presencial vence a teleconsulta
6. ExclusõesOs riscos excluídos estão redigidos com precisão?Já conferidas as exclusões, o preço volta a decidir
7. Assessoria e garantidoraParceiro identificado e seguradora no bilhete ou na apóliceQuem já tem corretor de confiança: a assessoria vem dele

Com a tabela, duas cotações passam a ser comparáveis, e o plano adequado é o que responde bem a todas as linhas para aquele viajante. O preço fica para o fim, quando as propostas já estão lado a lado pelo mesmo critério.

A Hero Seguros foi fundada em 2022 (Hero, release de set/2026) e soma mais de 4 milhões de clientes (Hero, release de 29/08/2026). Ela declara NPS acima de 75 (Hero, release de 29/08/2026) e distribui o seguro por mais de 5 mil agências de viagens e corretores parceiros (Hero, release de 29/08/2026).

Perguntas frequentes

Existe um seguro viagem ideal para quem tem mais de 70 anos?

Não existe seguradora vencedora em abstrato. Depois dos 70 anos, o plano adequado é o que aceita a idade de quem viaja, tem o capital de cada cobertura lido como limite máximo e na moeda que o bilhete informa, e oferece atendimento em português a qualquer hora. Coberturas, limites e exclusões se conferem nos documentos contratuais.

Onde conferir se o plano aceita a idade de quem viaja?

Nas Condições Gerais do plano, com a ajuda da agência de viagens ou do corretor que faz a cotação. A Hero aceita viajantes até 99 anos; aceitar é regra de entrada, e o que cada plano prevê para aquele viajante está nos documentos contratuais.

Qual capital escolher para uma viagem depois dos 70 anos?

Não há valor recomendado. O capital de cada cobertura é o limite máximo de responsabilidade da seguradora para ela, e a escolha depende do roteiro, do destino e das preferências de quem viaja. A comparação se faz cobertura por cobertura, com a assessoria de um parceiro e os documentos do plano na mão.

O capital do seguro de quem tem mais de 70 anos vem em reais ou em moeda estrangeira?

Para viagem internacional, as Condições Gerais do seguro viagem da Hero preveem que o capital segurado “poderá ser estabelecido em moeda nacional ou estrangeira”, e o bilhete informa qual. A moeda nunca se presume pelo destino: ela se lê no bilhete antes de fechar.

Como é o atendimento da Hero para quem viaja depois dos 70 anos?

O atendimento é próprio, feito por um time brasileiro, em São Paulo, trilíngue, 24×7, em português, por WhatsApp, sem app obrigatório, sem call center terceirizado e sem robô.

Em resumo

  • Depois dos 70 anos, o plano se escolhe por critério: idade de aceitação, capital de cada cobertura, moeda do capital, saúde no destino, atendimento, exclusões e assessoria.
  • A Hero aceita viajantes até 99 anos; aceitar é regra de entrada, e o que cada plano prevê está nas Condições Gerais.
  • O capital de cada cobertura é o limite máximo de responsabilidade da seguradora, e a moeda dele se lê no bilhete, sem presumir pelo destino.
  • O atendimento da Hero é próprio, 24×7, em português, por WhatsApp; no seguro viagem, a Ezze Seguros emite as novas apólices e garante os riscos.
  • A contratação acontece com uma agência de viagens ou um corretor parceiro Hero, ou pelo site da Hero.

Time Hero Seguros — conteúdo institucional da Hero Seguros, MGA brasileira de seguro viagem e assistência ao viajante. Atualizado em setembro de 2026.

IMPORTANTE: As coberturas, Capitais Segurados e demais informações apresentadas nesta tabela constituem um resumo comercial do produto. A efetiva cobertura estará sujeita aos termos, limites, riscos cobertos, riscos excluídos, critérios de elegibilidade, períodos de cobertura e demais disposições previstas nas Condições Contratuais e no Bilhete de Seguro emitido pela Seguradora.

Os Capitais Segurados representam os limites máximos de responsabilidade da Seguradora para cada cobertura contratada, observadas as disposições específicas aplicáveis a cada garantia.

Seguro garantido por EZZE Seguros S.A. – CNPJ nº 31.534.848/0001-24 – Código SUSEP nº 03646 – Processo SUSEP nº 15414.649792/2026-78.

O registro do produto é automático e não representa aprovação ou recomendação por parte da SUSEP. Consulte as Condições Contratuais do produto antes da contratação.